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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

'Cavalo cigano' é atração entre as raças exóticas da Expointer, no RS


Ainda raro no Brasil, Gypsy Horse participa pela primeira vez da feira.
Com longas crinas, raça de cavalo se destaca entre as demais pela beleza.

Márcio Luiz Do G1 RS

Cavalo Cigano (Foto: Alexandro Auler/Divulgação Expointer)'Cavalos ciganos' chamam atenção por onde passam (Foto: Alexandro Auler/Divulgação Expointer)
Além das raças de bovinos, equinos e ovinos habituais, a 35ª edição da Expointer tem como atração algumas espécias exóticas, que participam pela primeira vez da feira do agronegócio em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Uma das que mais chamam atenção das pessoas que circulam pelo parque é o Gypsy Horse, o cavalo cigano.
Como o nome denuncia, a raça foi batizada em homenagem aos ciganos, responsáveis por sua introdução na Inglaterra. Segundo o criador Leandro Viana, existem apenas 11 cavalos dessa raça no Brasil, todos no rancho dele em Taiaçu, no interior paulista. Destes, quatro nasceram no país e os demais foram importados da França há pouco mais de um ano.
Em meio a dezenas de outros cavalos de várias raças, os cavalos ciganos se destacam pela rusticidade e pela beleza de suas longas crinas, além dos pelos abundantes nas patas. Considerados dóceis, eles são indicados para o uso em montaria, lazer ou adestramento circense, garante o criador.
Cavalo Bretão (Foto: Márcio Luiz/G1)Cavalo da raça Bretão se destaca pelo porte
físico (Foto: Márcio Luiz/G1)
Na Expointer, o Gipsy Horse não participa de nenhum concurso ou leilão. Nesse primeiro momento, o objetivo dos criadores na feira é atrair atenção para a raça. “Sempre me disseram que a Expointer era uma ótima vitrine para divulgar nosso trabalho e resolvi trazê-los para cá”, conta Leandro, que trouxe ao Rio Grande do Sul um macho e uma fêmea da raça.
Para quem está interessado em ter cavalos ciganos em sua propriedade, o criador avisa que os únicos cuidados adicionais que eles exigem são estéticos, em função das crinas. Mas é bom preparar o bolso: um potro custa de R$ 35 a R$ 40 mil e um cavalo adulto, que por ser recente no Brasil ainda é preciso importar, sai por cerca de R$ 85 mil a R$ 140 mil.
Ainda entre os equinos, outra atração da feira é o cavalo da raça Bretão, que retorna à Expointer depois de 23 anos de ausência. O único exemplar da raça foi trazido de Passo Fundo pelo criador Gilmar Teixeira Lopes. Robusto e de grande porte, essa espécie é comumente usada como animal de tração e também em competições de atrelagem esportiva. “É um animal muito forte e muito resistente”, diz o tratador, Carlos Eduardo Lopes.

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