MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Estudantes montam salas de aula na rua pelo fim de reforma em escola


Obras foram iniciadas há quase dois anos e só serão entregues em 2013.
Alunos reclamam de prédio usado para substituir unidade em Anápolis, GO.

Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera
Pais, mães e alunos da Colégio Estadual Colégio Hertha Layser se reuniram em frente à unidade para protestar contra a demora para reformar o prédio que foi iniciada há dois anos, na terça-feira (27), em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Eles também se queixam das condições do prédio provisório onde estão tendo aula. Os manifestantes carregavam vassouras, materiais de limpeza e objetos escolares. Um caminhão levou cadeiras e mesas para o local e salas de aula foram montadas no meio da rua. As turmas foram divididas e as disciplinas, ensinadas sem quadro mesmo. A polícia precisou conter a multidão que ameaçou invadir o colégio.

O sonho dos estudantes é voltar para o local. Como forma de protestar contra o pesadelo que eles estão vivendo, alunos e professores transformaram o meio da rua em uma sala de aula. Para eles, nada pode ser pior que voltar para a antiga escola. “Ao menos aqui não há risco de desabamento. Pelo menos isso”, argumenta a professora Maria de Fátima da Silva.
Nos dois anos que já duram a reforma, os mais de 400 alunos estudam em outro prédio alugado pelo estado. Os jovens alegam que o local não tem condições de abrigá-los. A estudante Gabriela Silva reclama do colégio improvisado: “A situação nossa é desumana. Nenhum ser humano pode estudar em uma escola daquela.
Em nota, a Secretaria de Estado da Educação, alega que o prédio alugado passou por reforma para atender aos alunos e que, se houver necessidade de desocupação do prédio, vai providenciar novo local, até que as obras no Colégio Hertha Layser sejam entregues.
Já a Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) respondeu que vai fazer nova licitação para concluir a reforma da escola, mas isto só depois que finalizar a recisão de contrato com a antiga empreiteira. A previsão de entrega, segundo a Agetop, é para o próximo ano, ainda no início das aulas.

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