MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

quinta-feira, 3 de abril de 2025

 Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto que diz "Nunca discutas com um idiota. Ele arrasta-te até αο nível dele, e depois vence-te em experiência. Mark MarkTwain ωαίη"

O legado das empresas passa pela governança

 

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O legado das empresas passa pela governança

A governança corporativa surgiu, efetivamente, na década de 1930, com o desenvolvimento do mercado de capitais, pilar do crescimento de muitas empresas. No entanto, foi apenas nos anos de 1990 que ela ganhou seu status atual, mais amplo, abrangendo tanto empresas públicas quanto privadas e sendo disseminada por diversas instituições mundo afora.


O Brasil passa por alguns momentos que chamam a atenção das empresas e das famílias, primeiro porque o crescimento da economia transformou as empresas em conglomerados complexos, segundo porque as empresas familiares que tiveram grande sucesso na história recente começam a mudar de mãos, e somada à evolução dos negócios, também existe a complexidade familiar.


No país, o primeiro código sobre este tema foi publicado pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), em 1999, e, desde então, passados pouco mais de 25 anos, continuamos aprendendo, a cada dia, um pouco mais sobre este complexo tema, porém essencial para a perpetuação das empresas, independentemente de seu porte e de ser, ou não, familiar.


Mas, afinal, o que é governança corporativa? Nada mais é do que um conjunto de princípios, regras e processos pelo qual as empresas são subordinadas, com o objetivo de gerar valor sustentável para elas, seus sócios e a sociedade em geral.


Para as empresas que ainda não a implantaram, não há tempo a perder, não adianta empurrar esta decisão para a frente e deixá-la para a próxima geração, afinal, pode ser que a empresa nem chegue a esta próxima geração. A dificuldade de se implantar a governança é grande, e muitos empresários preferem culpar os juros, as decisões políticas de cada governo, a instabilidade econômica e uma série de outros fatores para evitar sua implantação. A falta de um plano e de cuidado na transição de gerações é tão ou mais fatal que os problemas elencados acima. É preciso pensar em governança já. É preciso deixar um legado.


Nem sempre as decisões a serem tomadas são fáceis ou positivas; muitas vezes é preciso cortar custos ou dar um passo para trás. A questão primordial é fazer o que deve ser feito. Lembro uma vez que sugeri a uma empresa cortar 20% do pessoal para que ela não tivesse que cortar a totalidade. O gestor preferiu manter todos os funcionários, sendo que os maiores salários pertenciam aos membros da família, e qual foi o resultado? Passado algum tempo, teve de cortar 100% e fechar a empresa.


Qualquer iniciativa de governança deve começar por “quem”, ou seja, escolher as pessoas certas, pois se as escolhas forem erradas, as chances de insucesso são grandes. Muita gente deixa para tomar as decisões importantes quando está perdendo a empresa, mas é preciso mudar esse cenário, pois a governança existe justamente para reduzir significativamente os riscos, focando naquilo que precisa ser feito para mitigá-los.


O maior lastro da governança é a confiança, tanto para os funcionários quanto para o mercado, consumidores e fornecedores. Montar um processo eficiente de governança reduz riscos e aumenta as chances de ganho de capital. Ou seja, ter uma estrutura de governança organizada pode valer muito dinheiro, pois ela torna os processos administrativos mais transparentes, gerando maior confiança e alinhamento entre todos os stakeholders .


Boas práticas de governança facilitam a tomada de decisões estratégicas, que acabam contribuindo para a perpetuação da empresa.


E a sua empresa, tem governança?


Carlos Donzelli

Head Family Office Magalu e conselheiro do Magalu


Informações para a Imprensa


Fonte Assessoria de Comunicação


Paulo Viarti - paulo@fonte.com.br

Ricardo Carvalho - ricardo@fonte.com.br

(16) 98118-9333

Os benefícios cognitivos da educação bilíngue na primeira infância

 


Estudos revelam que o bilinguismo na infância contribui para o desenvolvimento cognitivo, fortalece a concentração e pode até retardar o surgimento de doenças como o Alzheimer.

O bilinguismo na infância tem se consolidado como uma das estratégias mais eficazes para o desenvolvimento cognitivo e intelectual das crianças. Pesquisas científicas recentes demonstram que a exposição a dois idiomas desde cedo não apenas aprimora habilidades linguísticas, mas também potencializa a memória, a concentração e a capacidade de resolução de problemas, fatores que se tornam essenciais para o sucesso acadêmico e social ao longo da vida.


De acordo com o estudo “Cognition through the lifespan: mechanisms of change” realizado por Ellen Bialystok, Fergus Craik e Gigi Luk, o bilinguismo reorganiza redes cerebrais, melhorando o controle executivo, que inclui a habilidade de focar a atenção, ignorar distrações e gerenciar informações simultâneas. Essa capacidade é crucial para o desenvolvimento de funções cognitivas mais complexas, como o raciocínio lógico e a tomada de decisões.


Além disso, o estudo também aponta que o bilinguismo tem um impacto positivo ao longo da vida, promovendo a chamada "reserva cognitiva". Isso significa que as crianças bilíngues tendem a ter um envelhecimento cognitivo mais saudável, com um início mais tardio dos sintomas de doenças mentais como o Alzheimer. Em outras palavras, aprender um segundo idioma não só melhora a cognição na infância, mas também oferece uma proteção valiosa contra o declínio cognitivo na velhice.


O cérebro humano passa por uma fase de desenvolvimento acelerado nos primeiros anos de vida, o que torna a primeira infância o período ideal para a aprendizagem de um segundo idioma. Durante este estágio, o cérebro é altamente receptivo a novos estímulos, facilitando a assimilação de palavras, sons e estruturas gramaticais de uma língua adicional. Esse processo favorece a neuroplasticidade, que é a capacidade do cérebro de se reorganizar e formar novas conexões à medida que aprende.


Pesquisas como a realizada pela Universidade de Stanford no estudo Bilingual Brains evidenciam que as crianças bilíngues têm uma maior facilidade em bloquear distrações e manter o foco em tarefas, graças ao constante exercício de alternar entre dois idiomas. Além disso, crianças que aprendem duas línguas desde cedo demonstram habilidades aprimoradas em outras áreas, como a resolução de problemas e o pensamento crítico, competências essenciais para o sucesso acadêmico e para a adaptação a novos contextos globais.


A relevância do bilinguismo vai além do aprendizado linguístico. Ele promove uma compreensão mais profunda e empática das diferentes culturas, ampliando o entendimento das crianças sobre o mundo e suas diversas realidades. Essa vivência cultural, associada à aprendizagem de um novo idioma, favorece a socialização e a adaptação em ambientes multiculturais.


"Investir no bilinguismo na primeira infância é garantir que nossos alunos desenvolvam não só habilidades linguísticas, mas também capacidades cognitivas superiores. As crianças bilíngues são mais rápidas em processar informações, têm uma maior capacidade de concentração e mostram uma flexibilidade mental que as prepara para desafios acadêmicos e profissionais no futuro. Além disso, sabemos que o bilinguismo tem um impacto positivo na saúde cognitiva ao longo da vida, oferecendo uma proteção natural contra o declínio mental na velhice”, afirma Sheila Bancovsky, psicóloga e sócia proprietária da Escola Koala.


A inserção de uma educação bilíngue na primeira infância se revela como uma das melhores formas de investir no futuro das crianças, não apenas no que diz respeito ao domínio de um segundo idioma, mas também no desenvolvimento de suas capacidades cognitivas, sociais e culturais. As descobertas científicas demonstram que os benefícios do bilinguismo se estendem por toda a vida, proporcionando vantagens intelectuais e emocionais duradouras.


Sobre a Escola Koala

A Escola Koala é focada no ensino integral de crianças entre 4 meses e 6 anos com professores que facilitam a aprendizagem a partir das experiências individuais dos alunos. A escola respeita o ritmo e as particularidades de cada criança, promovendo atividades lúdicas e emocionais que incentivam a curiosidade, autoestima e empatia. O projeto de Língua Inglesa segue a metodologia You Bilíngue, com aulas diárias adaptadas para cada faixa etária. Com horários flexíveis, a escola atende às necessidades das famílias, garantindo um ambiente de aprendizado completo e respeitador.


Saiba mais em: https://escolakoala.com.br/ 


Contato para imprensa

B.Repense


Marcela Rampini

marcela.rampini@brepense.com.br

Telefone: (11) 95578-0123

7 benefícios para considerar a automação residencial

 



Praticidade, economia e segurança: as arquitetas Danielle Dantas e Paula Passos, do escritório Dantas & Passos Arquitetura, destacam o bem-estar que a tecnologia agrega na vida cotidiana dos moradores

Luzes, TV e eletrodomésticos – a automação pode contribuir no melhor funcionamento da casa | Projeto de Dantas & Passos Arquitetura | Foto: Eduardo Pozella

Cada vez mais temos utilizado a tecnologia a nosso favor, então por que não aproveitar para conhecer como funciona a automação residencial? Com a conta de energia mais alta, muita gente tem buscado por essa alternativa para contribuir na economia de luz. Além disso, a automação também apresenta muitos outros pontos fortes no dia a dia dentro de casa. As arquitetas Danielle Dantas e Paula Passos, à frente do escritório Dantas & Passos Arquitetura, destacam os principais atributos.

 

1- Sensores: a instalação de sensores de presença é garantia de economia, afinal essa tecnologia fará o controle das lâmpadas, de forma que não fiquem acesas sem necessidade.

Através dos sensores de aproximação, a iluminação apenas será acionada quando o morador entrar em um determinado cômodo, por exemplo, no momento de escolher as roupas no closet | Projeto de Dantas & Passos Arquitetura | Foto: Buzina de Imagem

2- Iluminação Inteligente: a partir de uma programação, a automação permite que as luzes fiquem acesas somente quando e onde o usuário deseja. Portanto, menos energia é gasta durante o dia – apenas em dias nublados, ou em algum cômodo que necessite de maior luminosidade mesmo. “Conforme a noite for chegando, é possível programar um horário para o acionamento das demais luzes”, detalha Paula Passos. 

Segundo as arquitetas, casas inteligentes podem reduzir em até 30% os gastos com eletricidade, o que seria um investimento a médio prazo para quem visa a economia | Projeto Dantas & Passos Arquitetura | Foto: Buzina de Imagem

Para quem gosta de criar cenários especiais, também é possível mudar a intensidade e os efeitos de iluminação a partir da automação. Você quer fazer um encontro em família ou preparar um jantar romântico? “Para cada ocasião há luzes ideais e, quando estamos nessa etapa do projeto, avaliamos todas as possibilidades, de acordo com o desejo dos nossos moradores”, explica Danielle Dantas.

 

3- Feedback: Você acha que as crianças estão gastando muita luz? Pois saiba, que alguns sistemas de automação mais modernos já permitem um estudo mais aprofundado do consumo. “É plenamente compreensível que os moradores fiquem estarrecidos com o acréscimo na conta de energia elétrica e não saibam exatamente como realizar esses acertos na rotina de casa. Nesse quesito, a automação é uma aliada por conta da visão analítica sobre o consumo de cada ambiente”, revela Paula.

 

4- Segurança: Para evitar acidentes, principalmente em residências com idosos ou crianças, a automação evita que os moradores entrem em ambientes escuros, pois as luzes acendem de forma automática ao perceber a presença de alguém.

A automação permite que as atividades, mesmo que cotidianas, sejam realizadas de forma rápida e personalizada, se adaptando ao estilo de vida dos moradores | Projeto Dantas & Passos Arquitetura | Foto: Buzina de Imagem

5- Vida útil: Ao utilizar as lâmpadas apenas nos momentos realmente necessários, aumenta-se a vida útil, contribuindo tanto com o bolso dos moradores, como com o meio ambiente. “Sabemos que ainda existe um déficit de coleta seletiva no Brasil e esse é um tipo de resíduo que não pode ser disposto no lixo comum. Precisamos agir com responsabilidade, não só destacar da forma correta, como um passo antes, pensando no emprego assertivo de todos os materiais que nos servem em casa”, declara Danielle.

 

6- Na palma da mão: com a automação e a Internet das Coisas (IoT), é possível ter controle de tudo pelos smartphones. Com a instalação dos sistemas de automação residencial, por meio da instalação de um aplicativo o morador a disponibilidade de resolver tudo por meio de um clique: desde o acionamento de uma lâmpada, a dimerização da luz de um ambiente, o funcionamento da Smart TV ou, quem sabe, até a cafeteira, deixando a rotina matutina mais redondinha para não se atrasar nos compromissos do dia.

A partir da automação, é possível ajustar a luminosidade para o melhor rendimento no home office | Projeto Dantas & Passos Arquitetura | Foto: Buzina de Imagem

7- Eletroeletrônicos: falando nisso, a automação evita que esses aparelhos fiquem funcionando sem necessidade, como o rádio, a TV, o ar-condicionado etc. É possível ligar ou desligar esses itens de forma integrada, para que não fiquem ativos enquanto a pessoa estiver fora de casa, por exemplo.

Observação importante: para aproveitar ao máximo tudo que a tecnologia pode proporcionar à residência e, consequentemente aos seus moradores, as arquitetas são unânimes em ressaltar a importância da contratação de profissionais especializados em automação, uma vez que somente com expertise no assunto é possível especificar os sistemas e equipamentos mais apropriados para o projeto e, de acordo com as necessidades de cada família. “Consideramos a automação residencial um investimento que vale muito a pena, principalmente a médio e longo prazo, em razão das facilidades proporcionadas ao lar, além de evitar o desperdício de energia”, concluem Paula e Danielle.


Sobre a Dantas & Passos Arquitetura 

A Dantas & Passos Arquitetura desenvolve projetos de arquitetura e design de interiores para os segmentos residencial e comercial. Atuando no mercado desde 1996, as arquitetas Danielle Dantas e Paula Passos valorizam os projetos que os clientes possam realmente aproveitá-los. Cores neutras e atemporais fazem parte da essência da dupla, que tem um vasto portfólio nas cidades de São Paulo, interior e Miami. “Buscamos sempre pensar em soluções exclusivas e feitas sob medida para cada cliente, sempre respeitando os sonhos de cada um. Participamos pessoalmente de todas as etapas do projeto, desde a criação até os objetos de decoração.” 

Dantas & Passos Arquitetura 

@dantaspassos.arquitetura 

Tel. e WhatsApp: (11) 99366-9690 (Danielle Dantas) 

Tel. e WhatsApp: (11) 98339-9096 (Paula Passos) 

Informações para a imprensa:  

 dc33 Comunicação  

Emilie Guimarães – conteudo@dc33.com.br  

Glaucia Ferreira – coordenacao@dc33.com.br  

Danilo Costa – danilo@dc33.com.br  

(11) 98125-7319 

www.dc33.com.br | @dc33comunicacao

Conheça o livro “Adrenalina do Amor” da autora Mônica Cristina

 


Conheça o livro “Adrenalina do Amor” da autora Mônica Cristina

Adrenalina do amor faz parte da Série Paixões Gregas e já tem mais de 8 milhões de páginas lidas.

Adrenalina do amor é o terceiro livro da Série Paixões Gregas, a série de maior sucesso da autora Mônica Cristina. O livro faz parte da chamada “primeira geração de Paixões Gregas”, que conta a história dos quatro irmãos Stefanos. 


Ulisses, o protagonista de Adrenalina do Amor, é o terceiro irmão Stefanos. Ulisses tem a personalidade que mais destoa dos irmãos: mesmo sendo um executivo de sucesso, Ulisses é descontraído, engraçado e também se intitula o mais bonito dos irmãos Stefanos. Ulisses é viciado em adrenalina, desejando viver tudo que a vida pode oferecer.


 Em uma viagem a trabalho, na Itália, ele recebe um presente inusitado de um outro executivo. O presente em questão estava esperando por ele em seu quarto de hotel, com um “vestidinho de sol”, dourado e brilhante, e “olhos de panda”, com a maquiagem derretendo.


Uma italiana que fala Grego, de um pequeno vilarejo, com poucos parentes vivos e desejando conhecer o mundo: Sophia foi enganada e acabou caindo em um esquema de tráfico de pessoas. Teve a sorte de seu caminho se cruzar com o de Ulisses, que estava disposto a se arriscar para ajudá-la. 


Sophia é diferente de tudo que Ulisses acredita que uma mulher poderia ser: tão apaixonada por adrenalina quanto ele, com sonhos de conhecer o mundo e se aventurar, amante de videogames e sempre disposta a apostar quem vai lavar a louça através de uma partida. 


Ulisses tentou dizer a si mesmo que só queria ajudar uma moça em perigo, mas tem muita dificuldade de resistir a Sophia e ao que ela desperta nele. Apesar de terem muito incomum, Ulisses teme perder sua liberdade ao se render ao que sente pela italiana.


Adrenalina do amor é um livro tão leve e descontraído quanto seus protagonistas, além de engraçado, mesmo nas situações mais dramáticas. O livro está disponível para compras na Amazon e no Kindle Unlimited e também está disponível em sua versão física no site da autora Mônica Cristina.  

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Dicas para viajar com os animais

 

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Dicas para viajar com os animais


Antes de viajar, providencie uma plaqueta com seu nome, endereço e telefone, e coloque-a na coleira do animal.



Para as pessoas que possuem animais de estimação, as viagens representam um momento de indecisão. Posso levá-lo? Ele ficará bem sem a minha companhia, em casa? Ou talvez fosse melhor deixá-lo em um hotel para animais, ou com um cuidador profissional? Tanto para quem pretende mantê-los em casa durante este período, quanto para aqueles que desejam levá-los, um veterinário especialista em comportamento animal pode ajudá-lo nessa hora.


Segundo a editora da Revista Ecotour News, Vininha F. Carvalho, uma opção é ter alguém que possa ficar em sua casa, de confiança e, que possa tratá-lo com carinho e dedicação. A rotina é mantida e o animal permanecerá no local em que se sente mais seguro. Contudo, nem sempre isto é viável.


Por outro lado, um animal sociável pode ter nos hotéis para pets uma alternativa interessante, pois oferece a vantagem de poder interagir com outros animais. Entre as duas opções, estão o pet siter ou pet walker, que pode visitar sua casa e passear com o cão durante o período em que você estiver fora, preferencialmente duas vezes ao dia. Atualmente, no Brasil e no exterior, a maioria dos hotéis permite a presença de animais, isto facilita na definição do roteiro.


Pela liberdade e praticidade, o carro costuma ser o meio de transporte mais recomendado para levar os animais nas viagens. É importante ele esteja acostumado a andar de carro. Caso contrário, é necessário prepará-lo para a viagem semanas antes. Voltas curtas ajudam o animal a se sentir mais familiarizado com a experiência.


Para evitar que ele fique muito agitado, o animal antes da viagem pode ser estimulado a ficarem cansados, principalmente os hiperativos. Dar um passeio de coleira pela vizinhança poderá ajudá-lo a gastar mais energia. Dessa maneira ele ficará mais calmo durante a viagem, quem sabe até dormirá. É imprescindível, também, saber se o animal está bem para poder encarar algumas horas de estrada. Além disso, ele deve estar com as vacinas em dia, em especial a antirrábica.


Alguns animais sentem enjoos com o balanço do carro e, para evitar que isso aconteça, é recomendável em viagens de até 12 horas, ele não deve ser alimentado nas três horas que antecedem a partida, nem durante o trajeto. E ainda, que o animal esteja acostumado com a estrada e não sofra de náuseas e vômitos, a recomendação é oferecer uma quantidade menor do que o habitual de alimento, antes da viagem, até para não estimular a defecação.


Em trajetos muito longos é importante parar para descanso, oferecer água e dar uma volta com o animal. Mas é preciso tomar cuidado com a quantidade de água oferecida, pois o excesso pode causar indisposição.


"O horário deve ser definido de acordo o clima, que precisa ser ameno e com pouco trânsito para evitar que ocorra o estresse. As paradas devem ser obrigatórias para que possam atender as necessidades fisiológicas. Jamais o deixe sozinho dentro do carro, principalmente em dias quentes, isto pode ser fatal", orienta Vininha F. Carvalho


A temperatura dentro do carro precisa ser agradável, de forma que o animal não receba luz direta do sol e conte com boa ventilação. Ar condicionado é bem-vindo, desde que esteja numa temperatura ambiente. Os animais não podem viajar soltos dentro do carro e, sim, acomodados numa caixa de transporte apropriada, grande o bastante para que o animal possa permanecer de pé, e que consiga dar uma volta em torno de si mesmo.


"Para o transporte aéreo, existem diversas restrições de acordo com cada companhia. Não é recomendado transportar, por exemplo, fêmeas prenhes, animais idosos e/ou portadores de doenças cardiorrespiratórias ou neurológicas. Cães braquicéfalos, ou de “focinho curto”, como boxers, pequinês, buldogues e pugs geralmente são proibidos de viajar em aviões.

Antes de viajar, providencie uma plaqueta com seu nome, endereço e telefone, e coloque-a na coleira dele. Também vale a pena adicionar o nome e endereço de onde vai estar hospedado", conclui Vininha F. Cavalho.


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Del Valle Editoria

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Hetrin realiza ação no Dia Nacional de Atenção à Disfagia para conscientizar pacientes e colaboradores

 



Dificuldade para engolir alimentos, líquidos e até saliva pode indicar disfagia e requer atenção especializada

Fonoaudióloga do Hetrin, Tuanny Guilarducci, orienta pacientes e colaboradores sobre sinais e sintomas da disfagia durante ação educativa no hospital. (Foto: Débora Alves/IMED)

Dificuldade para engolir alimentos, líquidos ou medicações, acompanhada de tosse, engasgo ou sensação de comida presa na garganta podem ser mais do que um incômodo passageiro, indicando a presença da disfagia, um distúrbio que compromete a deglutição e representa riscos à saúde. Para conscientizar sobre o tema, o Hospital Estadual de Trindade – Walda Ferreira dos Santos (Hetrin), unidade do governo de Goiás, realizou uma ação educativa voltada para pacientes, acompanhantes e colaboradores.


A ação foi conduzida pela fonoaudióloga do Hetrin, Tuanny Guilarducci, em parceria com a coordenadora da Clínica Médica, Ester Mariana. Durante a ação, a equipe percorreu os setores e leitos da unidade para explicar sobre os sinais e sintomas da disfagia, além de tirar dúvidas sobre a condição.


“A disfagia é uma dificuldade para engolir que pode afetar qualquer faixa etária e estar associada a condições neurológicas ou outros problemas de saúde. Pode se manifestar desde dificuldade para engolir a própria saliva até alimentos sólidos e líquidos. Durante nossa ação, orientamos os pacientes e colaboradores sobre a importância do diagnóstico precoce para evitar complicações”, explicou a fonoaudióloga.


Sinais de alerta para a disfagia


Alguns sintomas podem indicar dificuldades ao engolir e requerem atenção especializada, como engasgos frequentes durante as refeições, sensação de algo preso na garganta, tosse ou sufocamento após engolir alimentos ou líquidos, perda de peso sem explicação ou mudança no padrão de voz, como a rouquidão.


Segundo dados da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, aproximadamente 25% dos idosos ativos e saudáveis apresentam alguma dificuldade na deglutição. Quando o idoso é debilitado, o percentual pode chegar a 70%, conforme o caso. Além disso, de acordo com a Associação Americana de Fala e Linguagem Auditiva (ASHA), estima-se que a disfagia atinja cerca de 20% da população. Esses números reforçam a importância da conscientização e do diagnóstico precoce da condição.


“Se você ou alguém próximo apresenta esses sintomas ou sente desconforto ao se alimentar, é fundamental buscar avaliação de um fonoaudiólogo para diagnóstico e tratamento adequado”, orienta a profissional do Hetrin, hospital administrado pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMED).



Assessoria do Hospital Estadual de Trindade


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Assessoria do Hospital Estadual de Trindade

ECCO - Escritório de Consultoria e Comunicação

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